Publicações Dom Quixote, 1.ª edição, novembro de 1987. Formato 21 × 13,5 cm, 446 páginas. Encadernação editorial c/capa de brochura . Uma das obras marcantes da ficção portuguesa contemporânea. Exemplar em bom estado de conservação.
| 10,00 euros |
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Coedição entre a Portugália Editora (Lisboa) e a Editorial Inova (Porto). 1.ª edição desta forma, Janeiro de 1968. Formato 27 x 19,5 cm)com 244 páginas de texto e posfácio + 9 reproduções extratexto de Júlio Resende; Volume II (Catálogo): 52 páginas profusamente ilustradas com fotografias e manuscritos Dois volumes com encadernação editorial em brochura, protegidos por caixa-estojo original cartonada de grande impacto visual, exibindo o retrato do autor numa das faces e a pintura a cores de Júlio Resen
| 145,00 euros |
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Edições ASA; 1ª edição; Porto/Lisboa; Agosto de 2001. Formato 30,5 x 25 cm (In-quarto grande) sendo. Vol. I: 110 págs. | Vol. II: s/pág. (páginas não numeradas) | Vol. III: 30 págs. Encadernação editorial com capa em tela e gravações nas pastas e lombadas, resguardados por sobrecapas ilustradas a cores brilhantes. Apresentado em caixa-estojo cartonada original com a respetiva cinta de edição em excelente estado. Nota de rigor: Devido à natureza do papel e ao facto de ter estado guardado sem ser fo
| 98,00 euros |
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Livraria Figueirinhas. Porto. 1982. Edição monumental de luxo, organizada por António José Saraiva, com direção gráfica de Armando Alves. Impressão e encadernação executadas pela Âmbar (Porto). Formato In-fólio (43 × 30,5 cm). COM 558, [iii] páginas. Impresso sobre papel IOR branco de elevada qualidade. Encadernação editorial inteira em Guaflex castanho, decorada com gravações e ferros a ouro na pasta anterior e na lombada. Conserva a fita marcadora original. Exemplar em bom estado geral de conservação.
Publicado pela primeira vez em 1572, Os Lusíadas constitui a epopeia maior da literatura portuguesa. O poema celebra a viagem de Vasco da Gama à Índia e a expansão marítima portuguesa, fundindo a narrativa histórica com a mitologia clássica e o ideal humanista do Renascimento. Esta edição monumental distingue-se pela qualidade gráfica, pelo rigor da organização textual de António José Saraiva e pelo notável conjunto de ilustrações originais ( 10 ) de José Rodrigues. Cada um dos dez Cantos é antecedido por uma composição artística de página inteira, cuja linguagem simbólica e expressiva confere à obra um significativo valor plástico, tornando esta edição uma das mais marcantes publicadas em Portugal no século XX.
| 145,00 euros |
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Editorial Inova Limitada, 1ª Edição Especial de Luxo (Tiragem estritamente limitada a 250 exemplares numerados e assinados), Porto, 1971. (Colecção Viagens na Minha Terra, Vol. 1 - Exemplar Especial Nº 0003 Assinado pelo Autor) fTº 23,7 x 19 cm; (Estojo: 30,5 x 19 cm); 584 págs. mais índices e fólio de justificação. Muito ilustrado com fotografias e reproduções artísticas a preto e branco e a cores (extratexto em papel couché). Encadernação editorial inteira em pele preta , com termo gravação na l
Primeiro volume da mítica colecção Viagens na Minha Terra, publicado pela Editorial Inova para comemorar o centenário da Geração de 70. Trata-se de uma monumental antologia literária que reúne o melhor da prosa e da poesia dedicadas à cidade de Coimbra e ao seu imaginário (reunindo autores como Antero de Quental, entre outros). Esta escassa tiragem especial de luxo traz, recolhida no compartimento cilíndrico do estojo, uma aguarela panorâmica horizontal de grande formato (52 x 18,8 cm) da autoria do mestre Júlio Resende, executada em exclusivo para esta edição; a obra de arte encontra-se envolvida na cartolina preta original e lacrada com o selo heráldico em papel (Insígnia) da Universidade de Coimbra. Exemplar de excecional interesse bibliográfico por ostentar o invulgar número 0003 e a assinatura manuscrita autógrafa de Eugénio de Andrade. Eugénio de Andrade (1923–2005), galardoado com o Prémio Camões, é unanimemente considerado uma das vozes cimeiras da poesia portuguesa contemporânea. Júlio Resende (1917–2011), pintor do modernismo português, destaca-se pelo seu lirismo expressionista e mestria na aguarela. O mestre Armando Alves (1935 – 2026), que integrou o histórico grupo "Os Quatro Vintes", assina a sublime conceção gráfica, marco da edição de arte em Portugal.
| 350,00 euros |
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Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em sintético azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação.
Em tudo exatamente igual ao exemplar com encadernação inteira de pele.
| 85,00 euros |
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Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em pele azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Encadernação de luxo inteira em pele azul, decorada com motivo
Obra de referência no estudo do mobiliário litúrgico e da arte sacra em Portugal. O autor analisa a evolução histórica, estética e artística dos cadeirais de coro executados em madeira entre os séculos XVI e XVIII. O livro documenta a transição estilística do Gótico e Renascimento até ao Barroco Nacional, Rocaille e Neoclássico. É enriquecido com um vasto e valioso corpus fotográfico de 116 imagens impressas em separado, capturando pormenores da escultura e talha sacra nacional. Robert Chester Smith (1912–1975) foi um historiador de arte norte-americano e professor na Universidade da Pensilvânia. Especializou-se na história da arte e da arquitetura do mundo ibérico e da América Latina, dedicando grande parte da sua carreira académica ao estudo e salvaguarda do património artístico português, sendo uma das maiores autoridades internacionais em talha e mobiliário luso-brasileiro.
| 120,00 euros |
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Amberes [Antuérpia], en Casa de Juan Bautista Verdussen, Impressor y Mercader de Libros, 1681. Parte Tercera. Edição de 1681, bibliograficamente descrita com 4 folhas preliminares, 268 páginas e 6 folhas finais, acompanhada de 4 retratos gravados. Formato 31,2 × 20,5 cm. c/ 268 páginas numeradas, além das folhas preliminares e finais correspondentes à estrutura da edição. Encadernação coeva em pele castanha, decorada a frio, com cercaduras ornamentais nas pastas e lombada com cinco nervos verdadeiros.
Terceira parte da Corona Gothica, Castellana y Austriaca, continuação da obra histórica iniciada por Diego de Saavedra Fajardo e prosseguida por Alonso Núñez de Castro. O volume dedica-se aos reinados de São Fernando III, Afonso X, o Sábio, Sancho IV, o Bravo, e Fernando IV, abordando acontecimentos políticos, militares, religiosos e dinásticos da história medieval de Castela e Leão. A edição destaca-se ainda pelo seu programa iconográfico, com os quatro retratos gravados dos monarcas tratados nesta parte Alonso Núñez foi o continuador da Corona Gothica, Castellana y Austriaca iniciada por Diego de Saavedra Fajardo, tornando-se particularmente conhecido pela continuação desta importante obra de historiografia política e dinástica espanhola.
| 850,00 euros |
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Formato 18,7 × 12,7 cm. 30 páginas + 2 páginas em branco numeradas. Encadernação editorial. Exemplar em bom estado geral de conservação, sem defeitos de relevo. Capa com composição gráfica de Judite Cília, inspirada na edição original. Reprodução fac-similada da primeira edição de Kissange, publicada pelo autor em 1961, preservando a apresentação e o texto da obra original. Trata-se de um dos primeiros livros de poesia de Manuel dos Santos Lima.
Manuel dos Santos Lima (1935-2022) foi escritor, ensaísta e diplomata angolano, autor de uma vasta obra marcada pela reflexão sobre Angola, a identidade africana e a experiência histórica do seu país. Kissange pertence ao início do seu percurso literário e constitui um testemunho dessa fase
| 10,00 euros |
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Reunião de Saudade Negra (1932), Tatuagem – Poesia d'África (1941) e Cazumbi – Poesia de Angola (1950). Edições Âmbar, Porto, 1971. Encadernação editorial. Formato 21,7 × 15,5 cm. 196 + IV páginas. Exemplar em bom estado geral de conservação. Capa com ligeiros sinais de manuseamento e discreto desgaste nas extremidades; interior muito bem conservado, completo e limpo. Capa e contracapa de Neves e Sousa. O volume abre com um retrato do autor assinado e datado de 1971.
Edição que reúne três dos mais representativos livros de poesia de Tomaz Vieira da Cruz, publicados entre 1932 e 1950, permitindo acompanhar a evolução de uma obra profundamente ligada ao universo angolano. A presença da arte de Neves e Sousa reforça o diálogo entre literatura e expressão plástica africana, conferindo particular interesse a esta edição. Tomaz Vieira da Cruz (1900–1960) foi um dos nomes mais marcantes da poesia de temática angolana em língua portuguesa. A sua obra ocupa um lugar próprio na literatura produzida em Angola durante a primeira metade do século XX, distinguindo-se pela forte presença da paisagem, da cultura e do imaginário africanos.
| 45,00 euros |
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