Lisboa na Officina de António Craesbeeck de Mello , Impressor da Casa Real, Anno de 1670. Livro reencadernado actualmente , com capa em pele e douração na lombada. Ligeiramente aparado à cabeça e carminado ao tres lados. Ftº 10 x14,5 cm c/ 360 páginas. Em bom estado de conservação .
| 155,00 euros |
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Chez Alexandre Corréad , Libraire , Paris ,1821. Texto em Francês Obra constituída por 12 volumes. Volumes I,II,III ,1821 ; volumes de IV a X ,1822 Volume XI e XII ,1825. Ftº 12,5 x 19, cm . Encad. com lombada e cantos em pele c/ douração na lombada. Obra em bom estado de conservação.
| 295,00 euros |
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3ª edição s/d. Winchester , april 6, 1798. Texto em Inglês. Ftº 15,5 cm x 24,7 cm Obra constituída por Volume I e II . O volume dois exibe cerca de 19 gravuras a pb . Encad. com lombada e cantos em pele com douração na lombada as pastas cobertas a papel marmoreado de belo efeito. Ambos os volumes são pintados com o desenho do papel das pastas ,à cabeça ,goteira e pé. Embora a obra mantenha um bom estado de conservação, exibe algumas manchas de acidez principalmente nas guardas e frontes
| 60,00 euros |
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Edição da Livraria Sam Carlos, Lisboa , Outubro 1973. Edição fac- similida do famoso livro da autoria de Manoel de Andrade de Figueiredo . Ftº 24 x33 cm Encad. editorial c/ capa dura com douração na lombada. Com uma bela portada é muito ilustrado com muitos e belos desenhos de letras . Apresenta-se em caixa de cartão coberta com o mesmo papel das guardas da edição .
| 95,00 euros |
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Ano de 1649, Edição impressa en Lisboa , con licença en la Imprensa de Pablo Craesbeeck. Ftº 14,5 x19,5 cm c/ 172 fh ( 344 pag + 30 ) Encad. em pergaminho mas c/ falta dos atilhos. As duas edições anteriores, 1645 e 1646 foram impressas em Alcala. Com numeração por folha , todas verificadas. Há uma folha em branco entre o sermão V e o sermão VI. O sermão V é dedicado a san francisco Xavier .
| 150,00 euros |
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Empressas Politicas de Saavedra. Ano 1675 , En Madrid En la Imprensa Real Ftº 15,5 x 21 cm c/ 694 pag. Encadernação em pergaminho, c/falta de um dos atilhos. Muito ilustrado . Ao longo do texto exibe mais de 100 curiosos emblemas em topo de página . A portada é impressa a preto e vermelho ( duas tintas )
Célebre tratado de pedagogia e filosofia política barroca impresso em Madrid na Imprenta Real no ano de 1675. A obra recorre à consagrada literatura de emblemas (as "cem empresas") para instruir os governantes na arte da prudência cristã e da estratégia política, contendo ricas ilustrações ao longo do texto. Este exemplar destaca-se no mercado pelo excelente estado de conservação das suas páginas finais e da sua estrutura exterior, mantendo elementos raros como o fecho original em pergaminho.
| 450,00 euros |
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Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em sintético azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Em tudo exatamente igual ao exemplar com encadernação inte
| 85,00 euros |
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Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em pele azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Encadernação de luxo inteira em pele azul, decorada com motivo
Obra de referência no estudo do mobiliário litúrgico e da arte sacra em Portugal. O autor analisa a evolução histórica, estética e artística dos cadeirais de coro executados em madeira entre os séculos XVI e XVIII. O livro documenta a transição estilística do Gótico e Renascimento até ao Barroco Nacional, Rocaille e Neoclássico. É enriquecido com um vasto e valioso corpus fotográfico de 116 imagens impressas em separado, capturando pormenores da escultura e talha sacra nacional. Robert Chester Smith (1912–1975) foi um historiador de arte norte-americano e professor na Universidade da Pensilvânia. Especializou-se na história da arte e da arquitetura do mundo ibérico e da América Latina, dedicando grande parte da sua carreira académica ao estudo e salvaguarda do património artístico português, sendo uma das maiores autoridades internacionais em talha e mobiliário luso-brasileiro.
| 120,00 euros |
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Amberes [Antuérpia], en Casa de Juan Bautista Verdussen, Impressor y Mercader de Libros, 1681. Parte Tercera. Edição de 1681, bibliograficamente descrita com 4 folhas preliminares, 268 páginas e 6 folhas finais, acompanhada de 4 retratos gravados. Formato 31,2 × 20,5 cm. c/ 268 páginas numeradas, além das folhas preliminares e finais correspondentes à estrutura da edição. Encadernação coeva em pele castanha, decorada a frio, com cercaduras ornamentais nas pastas e lombada com cinco nervos verdadeiros.
Terceira parte da Corona Gothica, Castellana y Austriaca, continuação da obra histórica iniciada por Diego de Saavedra Fajardo e prosseguida por Alonso Núñez de Castro. O volume dedica-se aos reinados de São Fernando III, Afonso X, o Sábio, Sancho IV, o Bravo, e Fernando IV, abordando acontecimentos políticos, militares, religiosos e dinásticos da história medieval de Castela e Leão. A edição destaca-se ainda pelo seu programa iconográfico, com os quatro retratos gravados dos monarcas tratados nesta parte Alonso Núñez foi o continuador da Corona Gothica, Castellana y Austriaca iniciada por Diego de Saavedra Fajardo, tornando-se particularmente conhecido pela continuação desta importante obra de historiografia política e dinástica espanhola.
| 850,00 euros |
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Formato 18,7 × 12,7 cm. 30 páginas + 2 páginas em branco numeradas. Encadernação editorial. Exemplar em bom estado geral de conservação, sem defeitos de relevo. Capa com composição gráfica de Judite Cília, inspirada na edição original. Reprodução fac-similada da primeira edição de Kissange, publicada pelo autor em 1961, preservando a apresentação e o texto da obra original. Trata-se de um dos primeiros livros de poesia de Manuel dos Santos Lima.
Manuel dos Santos Lima (1935-2022) foi escritor, ensaísta e diplomata angolano, autor de uma vasta obra marcada pela reflexão sobre Angola, a identidade africana e a experiência histórica do seu país. Kissange pertence ao início do seu percurso literário e constitui um testemunho dessa fase
| 10,00 euros |
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Reunião de Saudade Negra (1932), Tatuagem – Poesia d'África (1941) e Cazumbi – Poesia de Angola (1950). Edições Âmbar, Porto, 1971. Encadernação editorial. Formato 21,7 × 15,5 cm. 196 + IV páginas. Exemplar em bom estado geral de conservação. Capa com ligeiros sinais de manuseamento e discreto desgaste nas extremidades; interior muito bem conservado, completo e limpo. Capa e contracapa de Neves e Sousa. O volume abre com um retrato do autor assinado e datado de 1971.
Edição que reúne três dos mais representativos livros de poesia de Tomaz Vieira da Cruz, publicados entre 1932 e 1950, permitindo acompanhar a evolução de uma obra profundamente ligada ao universo angolano. A presença da arte de Neves e Sousa reforça o diálogo entre literatura e expressão plástica africana, conferindo particular interesse a esta edição. Tomaz Vieira da Cruz (1900–1960) foi um dos nomes mais marcantes da poesia de temática angolana em língua portuguesa. A sua obra ocupa um lugar próprio na literatura produzida em Angola durante a primeira metade do século XX, distinguindo-se pela forte presença da paisagem, da cultura e do imaginário africanos.
| 45,00 euros |
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Editora Educação Nacional, Lda., Porto, 1940. Primeira edição. Formato 20 × 13,7 cm. 32 páginas. Encadernação editorial brochada. Capa com ligeiros sinais de envelhecimento e discretas manchas de acidez, próprias da idade. Miolo em muito bom estado de conservação. Exemplar enriquecido com dedicatória autógrafa do autor a Pina de Morais, datada de 19 de outubro de 1942.
Poema inspirado no imaginário africano, tomando como símbolo O quissange, tradicional instrumento musical de origem bantu, cuja sonoridade serve de fio condutor à evocação poética da paisagem e da sensibilidade africanas. Ilustrado por Jaime de Almeida, inclui ainda um pequeno glossário de vocábulos angolanos utilizados ao longo do texto. Hugo Rocha publicou, entre as décadas de 1930 e 1940, diversos títulos dedicados à poesia e à temática ultramarina, sendo Quissange uma das suas obras menos comuns no mercado alfarrabista.
| 55,00 euros |
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