artigos destaque


ARTE
teste
O Museu da Quinta das Cruzes (1362)
António Aragão

Edição da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, 1970 . Ftº 27 x 23,5 cm c/ 262 páginas Encad. Editorial c/ capa dura em tela alinhada + sobre capa . A subcapa apresenta sinais de desgaste compatíveis com a idade da obra, mas o interior encontra-se em bom estado de conservação, com ilustrações e texto preservados. No final da obra apresenta uma versão do texto principal em francês e inglês, tornando-o acessível a um público internacional.

Edição ilustrada que documenta o valioso património artístico e histórico da Quinta das Cruzes, na Madeira. O livro contém imagens a preto e branco e a cores, incluindo ilustrações extratexto a cores, impressas separadamente e coladas manualmente. Este detalhe editorial confere-lhe um carácter artesanal e único. Uma peça de interesse para colecionadores e apreciadores da cultura madeirense. António Aragão (1921-2008) foi uma figura marcante da cultura portuguesa, com uma contribuição significativa nas áreas da literatura, artes plásticas e investigação histórica, especialmente na Madeira, sua terra natal.


35,00 euros

FOTOGRAFIA
teste
Portugal Romântico (1361)
Frederic P. Marjay

Edição Dr. Marjay . Lisboa 1955 Ftº 30 x 22,7 cm c/páginas n/n+ 68 imagens a pb (heliogravuras ) + folhas de texto n/m Encad. editorial c/ capa dura. Livro em perfeito estado, com mínimos sinais de manuseio. Texto em português e inglês Com uma abordagem profundamente romântica, "Portugal Romântico" revela um país imerso na nostalgia de um passado glorioso, enfatizando a beleza natural e cultural do território, ao mesmo tempo que se alinha com o discurso conservador e tradicionalista da época.


75,00 euros

BARCOS
teste
Manual de Embarcações Miúdas (1360)
António Marques Esparteiro

Imprensa da Armada . Lisboa 1931 Ftº 16 x11 cm c/ 89 págs. + indicie Encad. Editorial c/capa de brochura Livro usado, com sinais de desgaste na capa (marcas de uso, pequenas dobras ou desbotamento). Apesar disso, o interior está em ótimo estado: páginas limpas, sem rasuras, anotações ou manchas significativas.

Esta obra é interessante tanto para historiadores da área naval quanto para colecionadores de livros técnicos antigos. Por ser publicada pela Imprensa da Armada, há também um valor histórico adicional, pois reflete o conhecimento técnico e os padrões do período em que foi editada. António Marques Esparteiro, era uma figura respeitada na marinha portuguesa e escreveu outras obras relevantes sobre temas marítimos e navais.


25,00 euros

POLITICA
teste
1358 7 Congresso extraordinário do PCP ,.
AAVV

Edições Avante ,Partido Comunista Português , Dezembro , 1974 Ftº 21 x14 cm c/ 388 págs. Encad. Editorial c/capa de brochura Livro em bom estado de conservação . Exibe assinatura de posse no frontispício A publicação documenta as deliberações e orientações do 7º Congresso Extraordinário do Partido Comunista Português (PCP), realizado em um dos momentos mais marcantes da história de Portugal: o período pós-Revolução dos Cravos, que derrubou o regime autoritário do Estado Novo em abril de 1974.


10,00 euros

CIDADE DO PORTO
teste
Tradições Populares do Porto (1356)
Helder Pacheco

Editorial Presença, 2ª edição, Lisboa 1985 Ftº 24,5 x18,5 cm c/ 176 págs. Encad. editorial c/ capa de brochura Esta obra , mais do que um registo histórico, é um tributo à memória coletiva, capturando o quotidiano e as transformações da cidade ao longo do tempo. Ideal para leitores que desejam mergulhar na essência cultural e humana do Porto.


18,00 euros

ARTE
teste
Almada Negreiros Um percurso possível (1355)
AAVV

Imprensa Nacional .Casa da Moeda Instituto Português do Património Arquitetónico e Arqueológico Ftº 27 x18 cm c/ 80 páginas Encad. editorial c/ capa de brochura Publicação muito ilustrada com breve abordagem á obra notável artista. Conservação excelente, livro sem marcas de uso


15,00 euros

livros mais recentes


ARTE SACRA / MOBILIáRIO PORTUGUêS / HISTóRIA DA ARTE / TALHA
teste
Cadeirais de Portugal (1547) (encadernação inteira a sintético.
Robert C. Smith

Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em sintético azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Em tudo exatamente igual ao exemplar com encadernação inte


85,00 euros

ARTE SACRA / MOBILIáRIO PORTUGUêS / HISTóRIA DA ARTE / TALHA
teste
Cadeirais de Portugal (1546) (encad. inteira de pele)
Robert C. Smith

Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em pele azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Encadernação de luxo inteira em pele azul, decorada com motivo

Obra de referência no estudo do mobiliário litúrgico e da arte sacra em Portugal. O autor analisa a evolução histórica, estética e artística dos cadeirais de coro executados em madeira entre os séculos XVI e XVIII. O livro documenta a transição estilística do Gótico e Renascimento até ao Barroco Nacional, Rocaille e Neoclássico. É enriquecido com um vasto e valioso corpus fotográfico de 116 imagens impressas em separado, capturando pormenores da escultura e talha sacra nacional. Robert Chester Smith (1912–1975) foi um historiador de arte norte-americano e professor na Universidade da Pensilvânia. Especializou-se na história da arte e da arquitetura do mundo ibérico e da América Latina, dedicando grande parte da sua carreira académica ao estudo e salvaguarda do património artístico português, sendo uma das maiores autoridades internacionais em talha e mobiliário luso-brasileiro.


120,00 euros

LIVRO ANTIGO. HISTóRIA DE ESPANHA — HISTóRIA MEDIEVAL — MONARQUI
teste
CORONA GOTHICA, CASTELLANA, Y AVSTRIACA. Escrivense las vidas de San Fernando el Tercero, Don Alonso el Sabio, Don Sancho el Bravo, y Don Hernando el Quarto, con los Retratos de los Reyes Godo
NÚÑEZ DE CASTRO, Alonso

Amberes [Antuérpia], en Casa de Juan Bautista Verdussen, Impressor y Mercader de Libros, 1681. Parte Tercera. Edição de 1681, bibliograficamente descrita com 4 folhas preliminares, 268 páginas e 6 folhas finais, acompanhada de 4 retratos gravados. Formato 31,2 × 20,5 cm. c/ 268 páginas numeradas, além das folhas preliminares e finais correspondentes à estrutura da edição. Encadernação coeva em pele castanha, decorada a frio, com cercaduras ornamentais nas pastas e lombada com cinco nervos verdadeiros.

Terceira parte da Corona Gothica, Castellana y Austriaca, continuação da obra histórica iniciada por Diego de Saavedra Fajardo e prosseguida por Alonso Núñez de Castro. O volume dedica-se aos reinados de São Fernando III, Afonso X, o Sábio, Sancho IV, o Bravo, e Fernando IV, abordando acontecimentos políticos, militares, religiosos e dinásticos da história medieval de Castela e Leão. A edição destaca-se ainda pelo seu programa iconográfico, com os quatro retratos gravados dos monarcas tratados nesta parte Alonso Núñez foi o continuador da Corona Gothica, Castellana y Austriaca iniciada por Diego de Saavedra Fajardo, tornando-se particularmente conhecido pela continuação desta importante obra de historiografia política e dinástica espanhola.


850,00 euros

POESIA
teste
KISSANGE (Reprodução integral da edição de autor de 1961.) 1544
MANUEL DOS SANTOS LIMA

Formato 18,7 × 12,7 cm. 30 páginas + 2 páginas em branco numeradas. Encadernação editorial. Exemplar em bom estado geral de conservação, sem defeitos de relevo. Capa com composição gráfica de Judite Cília, inspirada na edição original. Reprodução fac-similada da primeira edição de Kissange, publicada pelo autor em 1961, preservando a apresentação e o texto da obra original. Trata-se de um dos primeiros livros de poesia de Manuel dos Santos Lima.

Manuel dos Santos Lima (1935-2022) foi escritor, ensaísta e diplomata angolano, autor de uma vasta obra marcada pela reflexão sobre Angola, a identidade africana e a experiência histórica do seu país. Kissange pertence ao início do seu percurso literário e constitui um testemunho dessa fase


10,00 euros

POESIA
teste
QUISSANGE (1543)
TOMAZ VIEIRA DA CRUZ

Reunião de Saudade Negra (1932), Tatuagem – Poesia d'África (1941) e Cazumbi – Poesia de Angola (1950). Edições Âmbar, Porto, 1971. Encadernação editorial. Formato 21,7 × 15,5 cm. 196 + IV páginas. Exemplar em bom estado geral de conservação. Capa com ligeiros sinais de manuseamento e discreto desgaste nas extremidades; interior muito bem conservado, completo e limpo. Capa e contracapa de Neves e Sousa. O volume abre com um retrato do autor assinado e datado de 1971.

Edição que reúne três dos mais representativos livros de poesia de Tomaz Vieira da Cruz, publicados entre 1932 e 1950, permitindo acompanhar a evolução de uma obra profundamente ligada ao universo angolano. A presença da arte de Neves e Sousa reforça o diálogo entre literatura e expressão plástica africana, conferindo particular interesse a esta edição. Tomaz Vieira da Cruz (1900–1960) foi um dos nomes mais marcantes da poesia de temática angolana em língua portuguesa. A sua obra ocupa um lugar próprio na literatura produzida em Angola durante a primeira metade do século XX, distinguindo-se pela forte presença da paisagem, da cultura e do imaginário africanos.


45,00 euros

POESIA
teste
QUISSANGE – Poema (1542)
Hugo Rocha

Editora Educação Nacional, Lda., Porto, 1940. Primeira edição. Formato 20 × 13,7 cm. 32 páginas. Encadernação editorial brochada. Capa com ligeiros sinais de envelhecimento e discretas manchas de acidez, próprias da idade. Miolo em muito bom estado de conservação. Exemplar enriquecido com dedicatória autógrafa do autor a Pina de Morais, datada de 19 de outubro de 1942.

Poema inspirado no imaginário africano, tomando como símbolo O quissange, tradicional instrumento musical de origem bantu, cuja sonoridade serve de fio condutor à evocação poética da paisagem e da sensibilidade africanas. Ilustrado por Jaime de Almeida, inclui ainda um pequeno glossário de vocábulos angolanos utilizados ao longo do texto. Hugo Rocha publicou, entre as décadas de 1930 e 1940, diversos títulos dedicados à poesia e à temática ultramarina, sendo Quissange uma das suas obras menos comuns no mercado alfarrabista.


55,00 euros