Edição da Revista de Portugal, Coleção "Cultura Camoniana". Reprodução fac-similada da 1.ª edição de 1572, com prefácio e notas de Cláudio Basto; Lisboa, 1943. ftº e número de páginas: Ftº 12 x 9,5 cm; 272 páginas Encadernação luxuosa inteira de pele escura. Lombada com quatro nervuras e ferros dourados, exibindo um losango com caravela gravada. Pastas emolduradas por filete dourado. Todos os cortes das páginas são dourados. Miolo e interior impecáveis, apresentando na abertura do Canto Primeiro uma capit
| 45,00 euros |
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Lisboa Occidental, Na Officina de MIGUEL RODRIGUES, M.DCC.XXVI (Ano de 1726). Impresso à custa do editor. Dedicado ao Sereníssimo Senhor Dom Joseph, Príncipe do Brazil (futuro Rei D. José I). Formato 14,5 x 10,5 cm. Com 358 páginas (precedidas pelas respetivas páginas de licenças e preliminares da época) Encadernação da época inteira de pergaminho flexível com vestígios de atacas. O exterior apresenta-se algo cansado , denotando o envelhecimento natural do pergaminho e o uso. O interior encontra-se em e
Tratado hagiográfico e moral centrado na figura de São José, qualificado na parábola evangélica como o "servo prudente e fiel" que zela pela Sagrada Família. O autor cruza a biografia espiritual e os momentos marcantes da vida e morte do Santo com profundas reflexões teológicas, morais e doutrinais destinadas a guiar as práticas devocionais da sociedade portuguesa de setecentos. Fernando de Abreu e Faria foi um escritor e erudito português da primeira metade do século XVIII. Insere-se na tradição de autores barrocos dedicados à literatura de exaltação das virtudes cristãs, conseguindo com este trabalho o alto patrocínio da Casa Real, ao dedicar formalmente a obra ao jovem herdeiro do trono, o então Príncipe do Brasil, D. José
| 90,00 euros |
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Na Typographia Rollandiana, Terceira Impressão, Lisboa, 1829. Ft´10 x 8 cm. Tomo I com 298 páginas e Tomo II com 252 páginas. volumes com encadernação da época em meia-inglesa com lombada em pele escura e pastas em papel apedrado (tipo "olho de mocho" ou padrão mosqueado castanho). Lombadas com nervos falsos decorados com filetes e florões dourados, apresentando os títulos "FERREIRA / POEMAS / LUSITANOS" e a respetiva numeração dos tomos ("1" e "2") gravados a ouro. O estado de conservação exterior most
Edição completa em dois volumes que reúne a totalidade dos versos do autor: sonetos, odes, éclogas, elegias, epigramas e cartas (Tomo I e início do Tomo II), culminando com as suas composições dramáticas, onde se inclui a célebre tragédia "A Castro". António Ferreira é uma figura cimeira do Classicismo e do Renascimento em Portugal.
| 80,00 euros |
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Madrid na Imprenta Real (1656) Formato 25 x 18,5 cm com 12 folhas preliminares + 512 páginas + índices. Encadernação atual, nova, inteira de pele , em estilo retro de época com nervuras e ferros a ouro. Miolo impresso sobre papel de excelente consistência ("cantante"), ostentando manchas marginais de humidade antiga e perfeitamente estabilizada.
Exemplar iluminado com um total de 38 gravuras calcográficas , incluindo o frontispício de Pedro de Villafranca, a célebre estampa desdobrável em friso de "HIERUSALEM" (25 x 5 cm) entre as págs. 206 e 207, a vista de Betânia, a representação da efígie de São Jerónimo gravada na pedra do Santo Presépio e muitas outras de grande beleza gráfica.
| 850,00 euros |
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Imprenta Real no ano de 1675 fTº 25,5 X 22 cm c(16) fólios preliminares + 694 páginas. Encadernação da época inteira em pergaminho flexível, com atilhos de fecho em falta (característica habitual). Folha de rosto impressa a duas cores (negro e rubro), ornamentada com o monumental brasão heráldico da Monarquia Hispânica gravado em xilogravura. Apresenta antigas assinaturas de posse coevas na face da folha de rosto, bem como sombras naturais de acidez no verso. Miolo impresso sobre papel de trapo de bo
Célebre tratado de pedagogia e filosofia política barroca impresso em Madrid na Imprenta Real no ano de 1675. A obra recorre à literatura de emblemas (as "cem empresas") para instruir os governantes na arte da prudência cristã e da estratégia política, contendo ilustrações ao longo do texto. Este exemplar destaca-se pelo excelente estado de conservação das suas páginas finais e da sua estrutura exterior, mantendo elementos raros como o fecho original em pergaminho. Diego de Saavedra Fajardo (1584–1648) foi um brilhante cavaleiro da Ordem de Santiago, conselheiro real de Filipe IV de Espanha e diplomata na Europa da Guerra dos Trinta Anos. A sua erudição literária colocou-o na vanguarda da prosa do Século de Ouro
| 450,00 euros |
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Edição quinhentista impressa em Lisboa na oficina de António Ribeiro, no ano de 1574. Ftº 14 x 9.7 cm . Encadernação inteira em pele castanha da época, com lombada decorada nos entrenervos com pequenos ferros florais a ouro Apresenta desgaste compatível com a antiguidade, com alguma fragilidade estrutural na zona da costura. Miolo em papel de trapo encorpado, com forte marca da prensa, manchas e sinais normais de uso. O exemplar apresenta ainda várias folhas manuscritas antigas após o texto impresso,
Esta obra recolhe as homilias e meditações teológicas escritas pelo Cardeal Infante D. Henrique, contendo também a célebre "Carta ao Leitor" do místico Frei Luís de Granada. Um exemplar único pelo seu valor de proveniência: as anotações manuscritas nas guardas oferecem uma perspectiva histórica sobre a circulação de livros e a economia privada em Portugal no final do século XVI. O Cardeal-Rei Dom Henrique (1512–1580), filho de D. Manuel I, foi um prelado altamente culto, inquisidor-mor, mecenas (fundador da Universidade de Évora) e monarca de Portugal no período que antecedeu a crise dinástica de 1580.
| 1 400,00 euros |
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Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em sintético azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Em tudo exatamente igual ao exemplar com encadernação inte
| 85,00 euros |
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Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em pele azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Encadernação de luxo inteira em pele azul, decorada com motivo
Obra de referência no estudo do mobiliário litúrgico e da arte sacra em Portugal. O autor analisa a evolução histórica, estética e artística dos cadeirais de coro executados em madeira entre os séculos XVI e XVIII. O livro documenta a transição estilística do Gótico e Renascimento até ao Barroco Nacional, Rocaille e Neoclássico. É enriquecido com um vasto e valioso corpus fotográfico de 116 imagens impressas em separado, capturando pormenores da escultura e talha sacra nacional. Robert Chester Smith (1912–1975) foi um historiador de arte norte-americano e professor na Universidade da Pensilvânia. Especializou-se na história da arte e da arquitetura do mundo ibérico e da América Latina, dedicando grande parte da sua carreira académica ao estudo e salvaguarda do património artístico português, sendo uma das maiores autoridades internacionais em talha e mobiliário luso-brasileiro.
| 120,00 euros |
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Amberes [Antuérpia], en Casa de Juan Bautista Verdussen, Impressor y Mercader de Libros, 1681. Parte Tercera. Edição de 1681, bibliograficamente descrita com 4 folhas preliminares, 268 páginas e 6 folhas finais, acompanhada de 4 retratos gravados. Formato 31,2 × 20,5 cm. c/ 268 páginas numeradas, além das folhas preliminares e finais correspondentes à estrutura da edição. Encadernação coeva em pele castanha, decorada a frio, com cercaduras ornamentais nas pastas e lombada com cinco nervos verdadeiros.
Terceira parte da Corona Gothica, Castellana y Austriaca, continuação da obra histórica iniciada por Diego de Saavedra Fajardo e prosseguida por Alonso Núñez de Castro. O volume dedica-se aos reinados de São Fernando III, Afonso X, o Sábio, Sancho IV, o Bravo, e Fernando IV, abordando acontecimentos políticos, militares, religiosos e dinásticos da história medieval de Castela e Leão. A edição destaca-se ainda pelo seu programa iconográfico, com os quatro retratos gravados dos monarcas tratados nesta parte Alonso Núñez foi o continuador da Corona Gothica, Castellana y Austriaca iniciada por Diego de Saavedra Fajardo, tornando-se particularmente conhecido pela continuação desta importante obra de historiografia política e dinástica espanhola.
| 850,00 euros |
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Formato 18,7 × 12,7 cm. 30 páginas + 2 páginas em branco numeradas. Encadernação editorial. Exemplar em bom estado geral de conservação, sem defeitos de relevo. Capa com composição gráfica de Judite Cília, inspirada na edição original. Reprodução fac-similada da primeira edição de Kissange, publicada pelo autor em 1961, preservando a apresentação e o texto da obra original. Trata-se de um dos primeiros livros de poesia de Manuel dos Santos Lima.
Manuel dos Santos Lima (1935-2022) foi escritor, ensaísta e diplomata angolano, autor de uma vasta obra marcada pela reflexão sobre Angola, a identidade africana e a experiência histórica do seu país. Kissange pertence ao início do seu percurso literário e constitui um testemunho dessa fase
| 10,00 euros |
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Reunião de Saudade Negra (1932), Tatuagem – Poesia d'África (1941) e Cazumbi – Poesia de Angola (1950). Edições Âmbar, Porto, 1971. Encadernação editorial. Formato 21,7 × 15,5 cm. 196 + IV páginas. Exemplar em bom estado geral de conservação. Capa com ligeiros sinais de manuseamento e discreto desgaste nas extremidades; interior muito bem conservado, completo e limpo. Capa e contracapa de Neves e Sousa. O volume abre com um retrato do autor assinado e datado de 1971.
Edição que reúne três dos mais representativos livros de poesia de Tomaz Vieira da Cruz, publicados entre 1932 e 1950, permitindo acompanhar a evolução de uma obra profundamente ligada ao universo angolano. A presença da arte de Neves e Sousa reforça o diálogo entre literatura e expressão plástica africana, conferindo particular interesse a esta edição. Tomaz Vieira da Cruz (1900–1960) foi um dos nomes mais marcantes da poesia de temática angolana em língua portuguesa. A sua obra ocupa um lugar próprio na literatura produzida em Angola durante a primeira metade do século XX, distinguindo-se pela forte presença da paisagem, da cultura e do imaginário africanos.
| 45,00 euros |
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Editora Educação Nacional, Lda., Porto, 1940. Primeira edição. Formato 20 × 13,7 cm. 32 páginas. Encadernação editorial brochada. Capa com ligeiros sinais de envelhecimento e discretas manchas de acidez, próprias da idade. Miolo em muito bom estado de conservação. Exemplar enriquecido com dedicatória autógrafa do autor a Pina de Morais, datada de 19 de outubro de 1942.
Poema inspirado no imaginário africano, tomando como símbolo O quissange, tradicional instrumento musical de origem bantu, cuja sonoridade serve de fio condutor à evocação poética da paisagem e da sensibilidade africanas. Ilustrado por Jaime de Almeida, inclui ainda um pequeno glossário de vocábulos angolanos utilizados ao longo do texto. Hugo Rocha publicou, entre as décadas de 1930 e 1940, diversos títulos dedicados à poesia e à temática ultramarina, sendo Quissange uma das suas obras menos comuns no mercado alfarrabista.
| 55,00 euros |
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