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ENGENHARIA
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CARRAPATELO: Aproveitamento Hidroeléctrico da Companhia Portuguesa de Electricidade / CPE - S.A.R.L.(1534)
AAVV

COMPANHIA PORTUGUESA DE ELECTRICIDADE (CPE).Lisboa 1972 Ftº 20 x13,5 cm com 50páginas + indicie. Encadernação recente inteira em material sintético azul-escuro, sem gravações na pasta. Preserva a capa de brochura editorial ilustrada a cores com uma vista panorâmica da barragem e da albufeira do rio Douro. Exemplar em bom estado de conservação, com miolo limpo e encadernação sólida.

Monografia técnica e institucional editada em Lisboa no ano de 1972. A obra faz um levantamento pormenorizado do empreendimento do Aproveitamento Hidroeléctrico de Carrapatelo, a primeira grande barragem a ser construída e inaugurada no troço nacional do rio Douro (1965–1971). Muito ilustrado, o livro detalha as especificações técnicas da engenharia civil envolvida, a capacidade da central e o inovador sistema de eclusa de navegação (que à data era uma das maiores do mundo em desnível). Um documento histórico fundamental para o estudo da eletrificação nacional e do desenvolvimento industrial em Portugal na segunda metade do século XX


25,00 euros

GENEALOGIA
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FAMILIA DOS PINTOS de Riba de Bastança, Senhores da Torre de Cham (1533)
José Gomes Annes Amado de Azambuja

Typ. Echos do Paiva . Castro Daire 1927. Ftº 16 x11 cm com 18 páginas. Encadernação recente ,inteira a sintético e com a lombada em tela. Mantem as capas de brochura originais. Em muito bom estado de conservação.

Raríssimo opúsculo de cariz genealógico impresso na Typographia do Echos do Paiva, em Castro Daire, no ano de 1917. A obra desenvolve o estudo e as linhas de descendência da ilustre família Pinto, associada historicamente ao solar medieval da mítica Torre de Chã (ou Cham), localizada na antiga freguesia de Ferreiros de Tendais, concelho de Cinfães. Trata-se de um subsídio documental de grande interesse para a história nobiliárquica da região de Riba-Bestança e do Douro Sul. José Gomes Annes Amado de Azambuja assina esta investigação sob o epíteto de "Genealogico Conimbricense". Foi um minucioso investigador e genealogista ativo no início do século XX, focado no levantamento de linhagens familiares e registos paroquiais portugueses.


60,00 euros

LITERATURA AFRICANA / LITERATURA ANGOLANA
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Contos Tradicionais da Nossa Terra (1979) – Raul David – Lavra & Oficina nº 22 – Raro (1532)
Raul David

União dos Escritores Angolanos (UEA) – Luanda Coleção: Cadernos Lavra & Oficina, Vol. 22Ano: 1979 (1ª Edição) Formato (de bolso) com 18 x 14 cm c/ 24 págs. Encadernação editorial em brochura agrafada, com capa ilustrada a duas cores. Em muito bom estado d conservação. O miolo apresenta-se perfeitamente limpo, firme e sem anotações ou assinaturas de posse. Como é expectável e visível na documentação fotográfica, a capa de papel apresenta um ligeiro amarelamento natural devido à qualidade do papel da ép


15,00 euros

ESCULTURA
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Escultura Africana no Museu de Etnologia do Ultramar (1968) – Estado Irrepreensível (1531)
AAVV

Junta de Investigações do Ultramar. 1ª edição ,1968. Ftº , 29 x 23 cm c/ 210 págs, inumeradas Encadernação editorial com capa dura inteira de tela vermelha com gravação na lombada sobre capa ilustrada. Estado de Conservação irrepreensível (exemplar muito bem estimado, miolo limpo, papel com excelente nitidez nas gravuras e estrutura perfeitamente sólida).

Rara e valiosa obra de referência iconográfica e etnográfica. Este álbum constitui o catálogo científico de uma das mais importantes coleções de arte africana em Portugal (atual Museu Nacional de Etnologia). Com direção de Ernesto Veiga de Oliveira, Apresentação das Etnias: Luís Polanah Composição e Legendas: Fernando Galhano Seleção e Fotografias: Benjamim Pereira (reprodução de cerca de 210 peças e mapa desdobrável a cores) Colaboração Especial: Margot Dias, Fernando Quintino e António Carreira Direção Gráfica: Marcelino Vespeira (relevante figura do Surrealismo português)


95,00 euros

CULINáRIA
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Receitas para Vinho do Porto(1530)
Hélio Loureiro

Edição Oficial do Instituto do Vinho do Porto (IVDP) Campo das Letras / Loja de Ideias Ano: 1999 Primeira Edição com a colaboração técnica de João Rosas, Nicolau de Almeida, Miguel Mueller de Castro e Silva e Alfredo Hervias Y Mendizábal Formato . 30,5 x 19 cm), com 136 páginas. Encadernação editorial com capa dura em tela com gravação profunda a seco, acompanhada de sobrecapa de proteção ("abraço"). Design e paginação de João Machado, apresentando uma simbiose perfeita entre a fotografia gastronómi


25,00 euros

LITERATURA INFANTIL
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A Flor Vai Ver o Mar – Alves Redol (1ª Edição, 1968) – (1528)
Alves Redol

1ª Edição, 1968 | Publicações Europa-América, Lisboa. Desenhos originais a preto e branco assinados por Leonor Praça. Ftº 22 x17 cm c/ 44 págs Encadernação editorial com capa dura Em muito bom estado de conservação. Capas firmes com excelente patine de época e desgaste mínimo nas margens. Miolo limpo e encadernação sólida. Os desenhos interiores estão totalmente limpos!

Primeiro volume da célebre série infantil de Alves Redol dedicada à pureza e às descobertas da personagem Flor-Maria Flor. Através de um texto ritmado que evoca as tradicionais lengalengas e rimas populares, a obra transmite lições fundamentais de solidariedade, amizade e ecologia. Uma verdadeira peça de arqueologia editorial infantojuvenil em Portugal.


55,00 euros

livros mais recentes


ARTE SACRA / MOBILIáRIO PORTUGUêS / HISTóRIA DA ARTE / TALHA
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Cadeirais de Portugal (1547) (encadernação inteira a sintético.
Robert C. Smith

Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em sintético azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Em tudo exatamente igual ao exemplar com encadernação inte


85,00 euros

ARTE SACRA / MOBILIáRIO PORTUGUêS / HISTóRIA DA ARTE / TALHA
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Cadeirais de Portugal (1546) (encad. inteira de pele)
Robert C. Smith

Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em pele azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Encadernação de luxo inteira em pele azul, decorada com motivo

Obra de referência no estudo do mobiliário litúrgico e da arte sacra em Portugal. O autor analisa a evolução histórica, estética e artística dos cadeirais de coro executados em madeira entre os séculos XVI e XVIII. O livro documenta a transição estilística do Gótico e Renascimento até ao Barroco Nacional, Rocaille e Neoclássico. É enriquecido com um vasto e valioso corpus fotográfico de 116 imagens impressas em separado, capturando pormenores da escultura e talha sacra nacional. Robert Chester Smith (1912–1975) foi um historiador de arte norte-americano e professor na Universidade da Pensilvânia. Especializou-se na história da arte e da arquitetura do mundo ibérico e da América Latina, dedicando grande parte da sua carreira académica ao estudo e salvaguarda do património artístico português, sendo uma das maiores autoridades internacionais em talha e mobiliário luso-brasileiro.


120,00 euros

LIVRO ANTIGO. HISTóRIA DE ESPANHA — HISTóRIA MEDIEVAL — MONARQUI
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CORONA GOTHICA, CASTELLANA, Y AVSTRIACA. Escrivense las vidas de San Fernando el Tercero, Don Alonso el Sabio, Don Sancho el Bravo, y Don Hernando el Quarto, con los Retratos de los Reyes Godo
NÚÑEZ DE CASTRO, Alonso

Amberes [Antuérpia], en Casa de Juan Bautista Verdussen, Impressor y Mercader de Libros, 1681. Parte Tercera. Edição de 1681, bibliograficamente descrita com 4 folhas preliminares, 268 páginas e 6 folhas finais, acompanhada de 4 retratos gravados. Formato 31,2 × 20,5 cm. c/ 268 páginas numeradas, além das folhas preliminares e finais correspondentes à estrutura da edição. Encadernação coeva em pele castanha, decorada a frio, com cercaduras ornamentais nas pastas e lombada com cinco nervos verdadeiros.

Terceira parte da Corona Gothica, Castellana y Austriaca, continuação da obra histórica iniciada por Diego de Saavedra Fajardo e prosseguida por Alonso Núñez de Castro. O volume dedica-se aos reinados de São Fernando III, Afonso X, o Sábio, Sancho IV, o Bravo, e Fernando IV, abordando acontecimentos políticos, militares, religiosos e dinásticos da história medieval de Castela e Leão. A edição destaca-se ainda pelo seu programa iconográfico, com os quatro retratos gravados dos monarcas tratados nesta parte Alonso Núñez foi o continuador da Corona Gothica, Castellana y Austriaca iniciada por Diego de Saavedra Fajardo, tornando-se particularmente conhecido pela continuação desta importante obra de historiografia política e dinástica espanhola.


850,00 euros

POESIA
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KISSANGE (Reprodução integral da edição de autor de 1961.) 1544
MANUEL DOS SANTOS LIMA

Formato 18,7 × 12,7 cm. 30 páginas + 2 páginas em branco numeradas. Encadernação editorial. Exemplar em bom estado geral de conservação, sem defeitos de relevo. Capa com composição gráfica de Judite Cília, inspirada na edição original. Reprodução fac-similada da primeira edição de Kissange, publicada pelo autor em 1961, preservando a apresentação e o texto da obra original. Trata-se de um dos primeiros livros de poesia de Manuel dos Santos Lima.

Manuel dos Santos Lima (1935-2022) foi escritor, ensaísta e diplomata angolano, autor de uma vasta obra marcada pela reflexão sobre Angola, a identidade africana e a experiência histórica do seu país. Kissange pertence ao início do seu percurso literário e constitui um testemunho dessa fase


10,00 euros

POESIA
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QUISSANGE (1543)
TOMAZ VIEIRA DA CRUZ

Reunião de Saudade Negra (1932), Tatuagem – Poesia d'África (1941) e Cazumbi – Poesia de Angola (1950). Edições Âmbar, Porto, 1971. Encadernação editorial. Formato 21,7 × 15,5 cm. 196 + IV páginas. Exemplar em bom estado geral de conservação. Capa com ligeiros sinais de manuseamento e discreto desgaste nas extremidades; interior muito bem conservado, completo e limpo. Capa e contracapa de Neves e Sousa. O volume abre com um retrato do autor assinado e datado de 1971.

Edição que reúne três dos mais representativos livros de poesia de Tomaz Vieira da Cruz, publicados entre 1932 e 1950, permitindo acompanhar a evolução de uma obra profundamente ligada ao universo angolano. A presença da arte de Neves e Sousa reforça o diálogo entre literatura e expressão plástica africana, conferindo particular interesse a esta edição. Tomaz Vieira da Cruz (1900–1960) foi um dos nomes mais marcantes da poesia de temática angolana em língua portuguesa. A sua obra ocupa um lugar próprio na literatura produzida em Angola durante a primeira metade do século XX, distinguindo-se pela forte presença da paisagem, da cultura e do imaginário africanos.


45,00 euros

POESIA
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QUISSANGE – Poema (1542)
Hugo Rocha

Editora Educação Nacional, Lda., Porto, 1940. Primeira edição. Formato 20 × 13,7 cm. 32 páginas. Encadernação editorial brochada. Capa com ligeiros sinais de envelhecimento e discretas manchas de acidez, próprias da idade. Miolo em muito bom estado de conservação. Exemplar enriquecido com dedicatória autógrafa do autor a Pina de Morais, datada de 19 de outubro de 1942.

Poema inspirado no imaginário africano, tomando como símbolo O quissange, tradicional instrumento musical de origem bantu, cuja sonoridade serve de fio condutor à evocação poética da paisagem e da sensibilidade africanas. Ilustrado por Jaime de Almeida, inclui ainda um pequeno glossário de vocábulos angolanos utilizados ao longo do texto. Hugo Rocha publicou, entre as décadas de 1930 e 1940, diversos títulos dedicados à poesia e à temática ultramarina, sendo Quissange uma das suas obras menos comuns no mercado alfarrabista.


55,00 euros