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POESIA
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Sabor a Crime - Poemas 69 | António Leitão (1527)
António Leitão

António Leitão Sabor a Crime (Poemas 69) Formato: 20,5 x 14,5 cm com 75 folhas + índice Em muito bom estado de conservação. Miolo limpo e encadernação firme. Apresenta apenas uma discreta assinatura de posse na folha de rosto, sem afetar texto.

António Augusto Saraiva Leitão nasceu em Manteigas, no coração da Serra da Estrela, em 1932. Escritor, poeta e músico, licenciou-se em Teologia pelo Seminário do Patriarcado de Lisboa em 1956. A sua escrita foi marcada pela sua origem serrana e a sua formação religiosa. Faleceu em 2018, tendo deixado o seu espólio literário doado à Biblioteca Municipal de Manteigas.


15,00 euros

POESIA
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Chuva-Cântico-Esperança: Poemas 1965 – António Leitão
António Leitão

Edição de autor (1ª Edição) 1965 Ftº 19,3 x 14 cm com 90 páginas + Índice Encadernação editorial c/capa mole / Brochado Bom estado de conservação (Vintage). Capas ligeiramente amarelecidas pelo tempo, miolo limpo e bem preservado. Apresenta assinatura de posse datada de abril de 1969 na folha de rosto, sem afetar a leitura.

Primeira edição do segundo livro de poemas de António Leitão. O autor, natural de Manteigas, marcou a sua época e mereceu o destaque de Natália Correia na célebre Antologia de Poesia Erótica e Satírica. Uma excelente peça para colecionadores de poesia portuguesa dos anos 60 e primeiras edições.


25,00 euros

FILIGRANA
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Filigrana Portuguesa – Priscila Cardoso (Lello Editores) (1524)
Priscila Cardoso

1ª Edição, Abril de 1998 | Lello Editores, Porto. Formato: 24,5 x 30 cm) c/ | 158 páginas. Encadernação editorial cartonada em tela, protegida com a sobrecapa original ilustrada. Muito ilustrado ao longo do texto com magníficas fotografias a cores por José Luís Braga, retratando peças de grande beleza, os seus artífices e ferramentas. Como novo . Volume muito bem estimado, com a sobrecapa totalmente preservada e miolo limpo, sem marcas de leitura, assinaturas ou oxidação nas páginas.

Trabalho de investigação essencial e praticamente único sobre a cadeia operatória, o contexto histórico e a evolução técnica da filigrana em Portugal. Peça de coleção muito procurada .


55,00 euros

POESIA
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Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa – M. Alberta Menéres e E. M. de Melo e Castro (3ª Edição) 1523
M. Alberta Menéres e E. M. de Melo e Castro

3ª Edição, revista, aumentada e com nova introdução, 1971 | Livraria Moraes Editora, Lisboa. da coleção Círculo de Poesia. Formato 20 x 15,5 cm | LXXIX + 819 páginas + XLV páginas inumeradas com tabelas. Particularidade técnica: Inclui no final o "Índice Cronológico-Descritivo" das obras inventariadas sob a forma de mapas e tabelas desdobráveis. Muito Bem Conservado. Capas de brochura firmes com corte geométrico limpo. Miolo muito bem preservado, papel firme, sem anotações, rasgos ou assinaturas de


60,00 euros

POESIA
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Estrada Nova (Caderno de Poemas) – Papiniano Carlos [1ª Edição com Dedicatória] 1522
Papiniano Carlos

1ª Edição (Edição do Autor), 1946 | Composto e impresso no Porto pela Livraria Progredior. Arte e desenho de capa originais por Júlio Pomar (ponto de viragem no Neorrealismo plástico português). Com uma particularidade ; este exemplar com Dedicatória Autógrafa datada de 17.05.1946: "ao senhor Amadeu Cardoso, com a maior consideração, of. o autor. ... Apresenta ainda carimbo histórico da Editorial Inova na última folha. Em muito bom estado de conservação .

Uma peça fundamental para bibliófilos e colecionadores da literatura de resistência ao Estado Novo e do movimento neorrealista de Coimbra/Porto.


195,00 euros

POESIA
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Círculo Aberto – António Ramos Rosa (1521 )
António Ramos Rosa

1ª Edição, 1979 | Editorial Caminho, Lisboa. Da coleção O Campo da Palavra, N.º 1. Ftº 18,5 x 13 cm c/ 73 páginas. Encad. editorial c/ capa de brochura editorial com design gráfico característico da coleção. Em bom estado de conservação com capas limpas com arestas firmes (mínimo desgaste na lombada devido à idade). Miolo totalmente limpo, papel firme e sem anotações ou assinaturas de posse. Peça essencial para completar a coleção inaugural de poesia da Caminho


35,00 euros

livros mais recentes


ARTE SACRA / MOBILIáRIO PORTUGUêS / HISTóRIA DA ARTE / TALHA
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Cadeirais de Portugal (1547) (encadernação inteira a sintético.
Robert C. Smith

Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em sintético azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Em tudo exatamente igual ao exemplar com encadernação inte


85,00 euros

ARTE SACRA / MOBILIáRIO PORTUGUêS / HISTóRIA DA ARTE / TALHA
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Cadeirais de Portugal (1546) (encad. inteira de pele)
Robert C. Smith

Livros Horizonte, 1ª Edição, Lisboa, 30 de Junho de 1968. Formato In-4º (32 x 23,5 cm). 124 páginas de texto seguidas de 116 páginas com estampas/fotografias extratexto a preto e branco. Encadernação inteira em pele azul, decorada com motivos arquitetónicos em relevo seco (gofrado) na pasta anterior e título gravado a ouro sobre um quadrado vermelho. Lombada com inscrições a ouro. Inclui sobrecapa de proteção .Excelente estado de conservação. Encadernação de luxo inteira em pele azul, decorada com motivo

Obra de referência no estudo do mobiliário litúrgico e da arte sacra em Portugal. O autor analisa a evolução histórica, estética e artística dos cadeirais de coro executados em madeira entre os séculos XVI e XVIII. O livro documenta a transição estilística do Gótico e Renascimento até ao Barroco Nacional, Rocaille e Neoclássico. É enriquecido com um vasto e valioso corpus fotográfico de 116 imagens impressas em separado, capturando pormenores da escultura e talha sacra nacional. Robert Chester Smith (1912–1975) foi um historiador de arte norte-americano e professor na Universidade da Pensilvânia. Especializou-se na história da arte e da arquitetura do mundo ibérico e da América Latina, dedicando grande parte da sua carreira académica ao estudo e salvaguarda do património artístico português, sendo uma das maiores autoridades internacionais em talha e mobiliário luso-brasileiro.


120,00 euros

LIVRO ANTIGO. HISTóRIA DE ESPANHA — HISTóRIA MEDIEVAL — MONARQUI
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CORONA GOTHICA, CASTELLANA, Y AVSTRIACA. Escrivense las vidas de San Fernando el Tercero, Don Alonso el Sabio, Don Sancho el Bravo, y Don Hernando el Quarto, con los Retratos de los Reyes Godo
NÚÑEZ DE CASTRO, Alonso

Amberes [Antuérpia], en Casa de Juan Bautista Verdussen, Impressor y Mercader de Libros, 1681. Parte Tercera. Edição de 1681, bibliograficamente descrita com 4 folhas preliminares, 268 páginas e 6 folhas finais, acompanhada de 4 retratos gravados. Formato 31,2 × 20,5 cm. c/ 268 páginas numeradas, além das folhas preliminares e finais correspondentes à estrutura da edição. Encadernação coeva em pele castanha, decorada a frio, com cercaduras ornamentais nas pastas e lombada com cinco nervos verdadeiros.

Terceira parte da Corona Gothica, Castellana y Austriaca, continuação da obra histórica iniciada por Diego de Saavedra Fajardo e prosseguida por Alonso Núñez de Castro. O volume dedica-se aos reinados de São Fernando III, Afonso X, o Sábio, Sancho IV, o Bravo, e Fernando IV, abordando acontecimentos políticos, militares, religiosos e dinásticos da história medieval de Castela e Leão. A edição destaca-se ainda pelo seu programa iconográfico, com os quatro retratos gravados dos monarcas tratados nesta parte Alonso Núñez foi o continuador da Corona Gothica, Castellana y Austriaca iniciada por Diego de Saavedra Fajardo, tornando-se particularmente conhecido pela continuação desta importante obra de historiografia política e dinástica espanhola.


850,00 euros

POESIA
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KISSANGE (Reprodução integral da edição de autor de 1961.) 1544
MANUEL DOS SANTOS LIMA

Formato 18,7 × 12,7 cm. 30 páginas + 2 páginas em branco numeradas. Encadernação editorial. Exemplar em bom estado geral de conservação, sem defeitos de relevo. Capa com composição gráfica de Judite Cília, inspirada na edição original. Reprodução fac-similada da primeira edição de Kissange, publicada pelo autor em 1961, preservando a apresentação e o texto da obra original. Trata-se de um dos primeiros livros de poesia de Manuel dos Santos Lima.

Manuel dos Santos Lima (1935-2022) foi escritor, ensaísta e diplomata angolano, autor de uma vasta obra marcada pela reflexão sobre Angola, a identidade africana e a experiência histórica do seu país. Kissange pertence ao início do seu percurso literário e constitui um testemunho dessa fase


10,00 euros

POESIA
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QUISSANGE (1543)
TOMAZ VIEIRA DA CRUZ

Reunião de Saudade Negra (1932), Tatuagem – Poesia d'África (1941) e Cazumbi – Poesia de Angola (1950). Edições Âmbar, Porto, 1971. Encadernação editorial. Formato 21,7 × 15,5 cm. 196 + IV páginas. Exemplar em bom estado geral de conservação. Capa com ligeiros sinais de manuseamento e discreto desgaste nas extremidades; interior muito bem conservado, completo e limpo. Capa e contracapa de Neves e Sousa. O volume abre com um retrato do autor assinado e datado de 1971.

Edição que reúne três dos mais representativos livros de poesia de Tomaz Vieira da Cruz, publicados entre 1932 e 1950, permitindo acompanhar a evolução de uma obra profundamente ligada ao universo angolano. A presença da arte de Neves e Sousa reforça o diálogo entre literatura e expressão plástica africana, conferindo particular interesse a esta edição. Tomaz Vieira da Cruz (1900–1960) foi um dos nomes mais marcantes da poesia de temática angolana em língua portuguesa. A sua obra ocupa um lugar próprio na literatura produzida em Angola durante a primeira metade do século XX, distinguindo-se pela forte presença da paisagem, da cultura e do imaginário africanos.


45,00 euros

POESIA
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QUISSANGE – Poema (1542)
Hugo Rocha

Editora Educação Nacional, Lda., Porto, 1940. Primeira edição. Formato 20 × 13,7 cm. 32 páginas. Encadernação editorial brochada. Capa com ligeiros sinais de envelhecimento e discretas manchas de acidez, próprias da idade. Miolo em muito bom estado de conservação. Exemplar enriquecido com dedicatória autógrafa do autor a Pina de Morais, datada de 19 de outubro de 1942.

Poema inspirado no imaginário africano, tomando como símbolo O quissange, tradicional instrumento musical de origem bantu, cuja sonoridade serve de fio condutor à evocação poética da paisagem e da sensibilidade africanas. Ilustrado por Jaime de Almeida, inclui ainda um pequeno glossário de vocábulos angolanos utilizados ao longo do texto. Hugo Rocha publicou, entre as décadas de 1930 e 1940, diversos títulos dedicados à poesia e à temática ultramarina, sendo Quissange uma das suas obras menos comuns no mercado alfarrabista.


55,00 euros